— Ah, então espero que ele saiba nadar com cuidado, porque eu sou águas rasas.
— E eu prometo mergulhar devagar.
Ele me ergueu nos braços e me levou até o banheiro, onde a água morna caía como uma chuva suave.
O vidro embaçou, e o reflexo de nós dois se confundiu no vapor.
Ali, entre risos e beijos, o homem que um dia foi dominador se tornou apenas um homem apaixonado — e eu, a mulher que jurava nunca se submeter, acabei descobrindo o prazer de confiar.
O sol se deitava no horizonte, tingindo a