Eu não reajo, não na hora. Fico parada, olhando para ele como se meu corpo tivesse esquecido como funciona, enquanto o nome ainda ecoa na minha cabeça — Bethany — saindo da boca dele com uma intimidade que não pertence mais ao presente, mas claramente ainda ocupa espaço demais dentro dele.
Solto um suspiro baixo, quase imperceptível, sentindo como se um pedaço de mim fosse junto com ele, porque há algo ali dentro que se quebra em silêncio, e o pior é perceber que, mesmo sem fazer barulho, e