Ainda era manhã quando o cheiro de café começou a se espalhar pela cozinha da Susan, daquele jeito honesto que parece tentar convencer qualquer pessoa de que tudo ainda pode dar certo. Eu estava sentada à mesa, com a xícara entre as mãos, observando o vapor subir como se aquilo pudesse me dar alguma resposta prática — o que, claramente, não ia acontecer.
Susan já estava pronta para sair, com aquele ritmo de quem vive em função da galeria e de tudo o que gira em torno dela. Ela pegava a bols