Mundo de ficçãoIniciar sessãoNA ENTRADA NO COVIL
Logan não se sentia confortável naquele lugar. Não era por questões morais, mas por um instinto inato, como um animal que percebe a mudança no ambiente antes mesmo de avistar o predador. A atmosfera ali era densa e carregada, como se o próprio ar estivesse impregnado de segredos obscuros.— Ele sabia que certos lugares podiam ser percebidos pelo corpo antes que a mente conseguisse articular um pensamento claro. Havia locais onde o ar parecia carregado de algo sinistro, onde o silêncio não era um convite à tranquilidade, mas sim um sinal de vigilância constante, uma expectativa silenciosa que deixava uma sensação de inquietação na pele.— O clube em questão se encaixa perfeitamente nessa descrição.Sem uma fachada chamativa ou um letreiro iluminado, era quase como se o próprio edifício tentasse se esconder, mantendo a sua natureza clandestina longe dos olhares curiosos da cidade. — A entrada era marcada por uma porta pesada e






