Mundo ficciónIniciar sesiónÁticos permaneceu em silêncio enquanto as telas se organizavam à sua frente, cada uma revelando um novo cenário de um mundo clandestino que ele havia apenas começado a entender.
—A lista de clubes aparecia uma a uma, cada nome mais obscuro que o anterior, enquanto os endereços se desdobravam em locais que não existiam em mapas comuns, sussurros de operações que dançavam na linha entre realidade e ilusão. Eram, de fato, portais para o submundo, camuflados pela neblina de camadas sucessivas de anonimato, criptografia, corrupção e medo.— Esses clubes eram como fantasmas em uma casa assombrada, esquivando-se constantemente da luz da lei, invisíveis e inatingíveis, mas muito vivos nas noites obscuras, alimentando a imaginação e a curiosidade dos que ousavam aproximar-se.De pé ao lado da mesa, com uma postura firme e tablet em mãos, o detetive começou a explicar com uma intensidade que parecia quase contagiosa: — Todos esses clubes — disse ele, com suas palav






