A fragrância cítrica e doce demais voltou a envenenar o ar no salão do Palácio Saphira.
Alayna Agha se aproximava com passos lentos e calculados, sorriso afiado demais para ser genuíno. Ela não disfarçava mais: não havia diplomacia, apenas desejo.
A atenção que queria era uma só. Zayn Al-Rashid.
Ela parou ao lado dele, inclinando-se levemente como quem não compreende limites, ao vê-lo na mesa de doces.
— Sheik Zayn... — disse em voz baixa, arrastando as palavras com falsa doçura. — Que sorte a