A água continuava a cair, incessante, enquanto Zayn e Isabela permaneciam deitados sobre a pedra aquecida pelo sol. As gotas escorriam preguiçosas pelo corpo dos dois, misturadas ao suor e ao riso que ainda escapava entre os beijos dados e as palavras sussurradas.
Isabela estava deitada com a cabeça no peito de Zayn, os cabelos molhados colando nos ombros dele, e as pernas entrelaçadas às dele. O mundo lá fora parecia ter ficado em pausa.
— Se isso for um feitiço... não me desfaz agora — ela murmurou, os olhos semiabertos.
Zayn riu, passando a ponta dos dedos pela espinha dela devagar, fazendo-a arrepiar.
— É feitiço sim. E você é cúmplice.
Ela se esticou, olhando para ele com um sorriso provocante.
— Jura que não vai me acusar de bruxaria quando voltarmos para o palácio?
— Depende. Vai continuar me enfeitiçando assim, ou vai me dar uma trégua?
— Trégua? — Ela fingiu estar ofendida. — Depois do que você fez