O céu de Al-Qadar já estava alto quando Isabela sentiu os primeiros raios atravessarem as cortinas pesadas do quarto. O sábado havia chegado com uma calmaria incomum, e o mundo lá fora parecia distante, quase inexistente.
Ela despertou devagar, sem os tiques habituais que surgiam após as noites intensas com Zayn. Não havia tremores ou inquietações, apenas o cansaço gostoso que fica depois de um vendaval de prazer. Seu corpo estava dolorido, mas sereno — e faminto.
Faminta de comida.
E de água.