Eduardo
— Vamos conversar como fazíamos antes, deixar os nossos corpos falar por nós... — Coloco a minha mão na frente antes que os lábios dela toquem nos meus.
— Até a sua voz me enjoa, SAIIII.
Ela não sai, me deixando irritado. Acelero o carro, para botar medo nela. Vou fazendo várias curvas de uma forma perigosa, quase batendo em outros carros. Ela grita, se segurando no banco do carro, mandando eu parar.
Mas paro quando chego no bar, e dando cavalinho de pau, fazendo ela bater a cabeça no