— Isso, me chame de Maurice.
Ele disse com os dentes cerrados, sua voz embargada e carregada de provocação. Um formigamento começou a se espalhar rapidamente entre minhas pernas, trazendo sensações maravilhosas, radiantes e desconhecidas.
— Vamos sair daqui.
Maurice interrompeu seus toques adoráveis, girou a chave do carro e, em poucos minutos, estávamos passando em alta velocidade pela Avenida Paulista.
Uma parte de mim queria sair daquele carro e voltar para o meu apartamento; no entanto, a