A madrugada se arrastou como um castigo.
Nenhum dos dois dormiu. Ninguém sentou. O tempo parecia suspenso dentro da casa, agora grande demais, vazia demais, silenciosa demais sem a presença de Aria.
Dominic andava de um lado para o outro, o telefone colado à mão, os olhos vermelhos, a mente girando em círculos violentos.
— Eles vão ligar de novo — repetia. — Eles sempre ligam.
Lia permanecia sentada no sofá, Serena aninhada contra o peito, a bebê inquieta, chorando mais do que o normal. Como se