Algumas horas depois, a porta se abriu novamente. Era uma mulher de meia-idade que havia tentado me alimentar antes. Ela carregava uma bandeja com sopa quente, pão fresco, queijo e uma jarra de água. Seus movimentos eram cautelosos, como se temesse outra explosão minha.
— Trouxe comida — disse ela suavemente, colocando a bandeja na mesinha.
— Obrigada!
Serei gentil com ela, nem todo mundo é como Roberto.
Eu estava sentada na cama, ainda com os pulsos doloridos, mas mais composta. Olhei para a