༺ Luca Beltron ༻
O ponteiro do relógio de parede corta o silêncio como uma lâmina. Oito horas da manhã. Nem um segundo de sono. Reviramos cada rua, beco e maldita esquina dessa cidade e… nada.
Era como se Amara tivesse evaporado. Essa ausência sufoca mais do que o próprio ar. Não há qualquer pista, nenhuma ligação, nenhum sinal; apenas esse tormento de esperar.
Volto para a mesa de bebidas. O copo ainda guarda um resto de uísque, e despejo mais. O líquido âmbar gira no vidro, e eu giro junto co