༺ Amara Wild ༻
Voltar para casa depois de dois dias naquele hospital parecia um alívio indescritível. Meu corpo clamava pelo aconchego da minha cama, meu coração pedia a paz do lar e meus pés imploravam para tocar um chão conhecido.
Assim que atravessei os portões da mansão, a expectativa tomou conta de mim, mas eu não estava preparada para a cena que encontrei ao entrar na sala.
Uma faixa enorme me dava boas-vindas, pendurada bem no centro, e sobre a mesa havia quitutes cuidadosamente preparados. Parei, paralisada, sem conseguir conter o sorriso largo.
— Vocês… fizeram isso para mim? — perguntei, sem acreditar.
Domenico foi o primeiro a se aproximar, sua mão afagando meus cabelos com delicadeza.
— Lógico. Você merece tudo de bom.
O olhar dele era tão cheio de ternura que minha garganta fechou por um instante. Luca logo apareceu com um travesseiro de pelúcia enorme, próprio para gestantes. Ele o segurava como se fosse um troféu.
— E eu achei isso aqui. Vai te ajudar a dormir melhor.
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