A manhã nasceu preguiçosa, envolta em névoa suave sobre os campos da fazenda Castelão. O sol ainda mal havia rompido o céu quando Eveline ouviu batidas gentis na porta do quarto.
— Pode entrar — disse, puxando o robe sobre a camisola fina.
Maria, a governanta, entrou com sua calma habitual, equilibrando uma bandeja de prata com uma xícara de chá quente e um pequeno bilhete nas mãos.
— Trouxe seu chá, minha flor... e um recado do patrão.
Eveline arqueou uma sobrancelha, aceitando a xícara.
— O q