Carregando Camila até o local onde o carro estava estacionado, Lucas abriu a porta do passageiro com uma das mãos e a colocou no banco.
Camila já estava desfeita em lágrimas, o rosto pálido e marcado pelo choro, completamente sem rumo, despertando a compaixão de qualquer um que a visse.
Lucas entrou no carro, ajudou-a a colocar o cinto de segurança, abraçou-a e sussurrou suavemente em seu ouvido:
— Seja forte. Eu vou te levar para o hospital agora.
Camila não conseguia ouvir o que ele dizia.