Depois de várias tentativas frustradas, Camila sentou-se no chão, desanimada. A sensação de impotência começava a dominá-la.
Esperar era uma tortura. Um longo e incerto período de espera, sem saber o que fazer, era ainda mais exasperante. Nesse momento, ela se sentiu grata por Elisa ter insistido em acompanhá-los.
Se eles não conseguissem sair, Elisa certamente chamaria reforços. Naquele instante, Elisa era sua única esperança.
E Camila estava certa.
Elisa, acompanhada pelos seguranças, esperava