Elisa estava com o pulso ensanguentado, o sangue escorrendo sem parar. Sendo a caçula da família, sempre fora mimada por todos. Cresceu cercada de mimos, nunca tinha passado por uma situação dessas. E se realmente tivesse contraído AIDS? Seria o fim dela. Nem namorado ela tinha tido ainda, morrer assim seria uma injustiça terrível.
Elisa estava desolada, quase sem esperança. Tentando ignorar a dor, pediu:
— Carlos, por favor, não conte nada disso para a Camila. Prometi a ela que não faria nenhum