A dor era lancinante. Camila pressionou o ventre com as mãos e, ao olhar para o banco, viu que estava manchado de sangue. Foi como se o céu tivesse desabado sobre ela. Com lágrimas nos olhos, ela acariciou a barriga, repetindo em pensamento:
“Meu bebê... por favor, seja forte... seja forte... eu não posso perder você...”
Rui também estava gravemente ferido, mas, mesmo assim, lutou contra a dor e conseguiu pegar o celular para ligar para a polícia:
— Alô, preciso de ajuda. Sofremos um acidente pe