Camila, no fim, não apertou a campainha. Lentamente, virou-se e encostou as costas na porta.
"Esperar", ela pensou. Talvez, com o tempo, as imagens dolorosas que a atormentavam perdessem a força, e a dor ficasse menos aguda.
Mesmo sem ter dormido a noite toda, sua mente estava enevoada, a cabeça doía terrivelmente, mas o sono não vinha. Seus nervos estavam tensos demais.
O Raquel, notou que o rosto de Camila estava pálido como papel, com os olhos vermelhos de cansaço e perguntou baixinho:
— Senh