Ana levou um susto tremendo e imediatamente pisou com força no freio. O som agudo dos pneus derrapando foi tão alto que pareceu perfurar seus ouvidos. Por pouco ela não colidiu com o veículo à frente. Com o coração disparado e o peito arfando, Ana deitou sobre o volante, sentindo o pavor dominar seu corpo. Estava assustada, com raiva e apavorada ao mesmo tempo. No entanto, o motorista da van à frente não deu sinal de vida. Nem um pedido de desculpas, nenhuma reação.
Ana ficou furiosa. Abaixou o