— Fala! Quem te mandou?
Pedro Souza segurava o pescoço de João, sua voz transbordava fúria.
João, com o rosto todo coberto de sangue, mal conseguia disfarçar a dor, tremendo:
— N-não... não tem ninguém... Se tivesse, eu já teria falado. Pode me matar, mas... não vou conseguir dizer nada porque... não tem ninguém.
Pedro Souza, percebendo que João não cederia de jeito nenhum, achou melhor parar antes que o matasse. Ele então ordenou ao policial:
— Verifique o histórico de chamadas dele e com quem