Pedro Souza tinha batido com tanta força que a face do colega ficou inchada e vermelha.
Aquilo não parecia um tapa, mas sim um martelo.
Pedro Souza agarrou João pela camisa e o empurrou para fora da porta.
— Anda, vamos para a delegacia!
Ele estava determinado a descobrir se alguém havia mandado João e quem seria essa pessoa.
Ir à delegacia significava que seria necessário abrir um boletim de ocorrência.
Camila, sendo a vítima, precisava acompanhá-los. Como a pintura antiga na casa e