Arthur Strauss
Gregory não sabe quando calar a boca. Ele estava ali, esparramado no meu sofá, com aquele sorriso arrogante de quem nunca teve que carregar o peso de uma cicatriz que não cicatriza. Ele insistia na boate, naquele antro de luzes estroboscópicas que ele chamava de "o lugar para estar", mas que para mim não passava de um ruído constante, uma distração que eu não podia me permitir.
Gregory continuava falando, mesmo sabendo que não estava ouvindo. Na verdade, corrigindo: Gregory s