Arthur Strauss
— Eu nunca cuidaria do hospital, Gregory — sussurrei, a voz tremendo de exaustão e pânico. - A simples ideia me dava náuseas. Sentar-me em uma cadeira na sala da presidência, cercado por paredes de vidro, ditando rumos administrativos, assinando demissões, resolvendo crises financeiras... aquilo era a antítese de tudo o que eu amava. Eu era um cirurgião. Eu vivia pelo corte preciso, pelo milagre de salvar uma vida na mesa de cirurgia com as próprias mãos. Sem o bisturi, gerenci