Balancei a cabeça. Eu precisava pensar no que diria a seguir. Engoli o nó que se formava na garganta. — Quando a deusa estava me concedendo poder, eu senti algo.
Ele segurou meu rosto entre as mãos. — Conte-me. — A confiança e a devoção em seus olhos me acalmaram.
— Meu bebê. — A respiração dele falhou.
— Você está grávida do meu bebê? — Balancei a cabeça.
— Shhh. Só escuta. — Agarrei as mãos dele. — Quando a deusa estava me enchendo de poder, quando isso chegou ao meu estômago, eu senti. O trem