Fiquei sentada por um segundo, olhando para o lado. — Não, pai, eu não gostava dele. Eu o amava, por mais estúpido e imprudente que fosse. Eu fui estúpida o suficiente para me apaixonar por ele. — Olhei de volta e senti a lágrima, então a enxuguei rapidamente. — Mas ele sempre foi honesto comigo. Se fosse a escolha dele... ele teria me escolhido. Mas ele precisava lidar com o lobo dele, que estava apaixonado por outra pessoa.
Meu pai rosnou. — Ele é um idiota.
— Não exatamente. — Ele me olhou. —