Tive que cobrir a boca com a mão para conter os soluços. Eu não podia desabar ainda. Ainda não. Ergui o olhar para o teto, pedindo mais um pouco de tempo. Havia coisas que eu precisava fazer. Coloquei a carta sobre a escrivaninha e respirei fundo. Olhei para Toya.
— Faça todo mundo escolher os quartos.
— O que você vai fazer?
Encarei meu vestido sujo e me virei para o closet. Eu provavelmente não encontraria muita coisa para vestir, mas precisava de outra roupa para cumprir o que eu tinha de faz