— Empurra. — Eu gritei, sentindo o sofá deslizar pelo chão.
— Já estamos quase lá. — Ouvi um gemido, e finalmente conseguimos atravessar a porta.
— Ufa. — Resmunguei, soltando o peso do móvel.
— Finalmente.
— Por que você tinha que trocar a porra dos móveis? — Toya reclamou enquanto colocava a nova peça no meu vazio e ecoante apartamento.
Eu desabei na última parte do enorme sofá seccional que acabamos de trazer para dentro. Eu podia sentir a necessidade de "fazer um ninho" coçando na