A noite era deles.
Pela primeira vez, sem barreiras, sem medo, sem fugas.
Ivy sentia o toque de Lucian como se fosse a única coisa real no mundo, como se estivesse queimando e sendo salva ao mesmo tempo.
Os lábios dele eram firmes e famintos contra os seus, e cada gesto, cada suspiro, parecia carregar tudo o que haviam reprimido por tanto tempo.
No silêncio da mansão, entre lençóis amassados e respirações entrecortadas, Ivy sentiu que, finalmente, havia encontrado um lugar onde pertencia.
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