O silêncio entre Ivy e Lucian parecia mais pesado do que o próprio ar da noite.
As águas do riacho corriam suaves ao lado deles, mas, dentro deles, tudo era caos. Dor. Perda.
Lucian continuava parado ao lado dela, os olhos escuros fixos no reflexo da lua na superfície da água. Ivy queria falar, mas as palavras pareciam presas na garganta. Era raro que ficassem assim—sem provocações, sem confrontos, sem as farpas afiadas que sempre trocavam.
Mas, pela primeira vez, não havia espaço para