Quando a porta se abriu, a garota que antes estava sen tada ao meu lado saiu primeiro.
Lágrimas nos olhos, mas não de tristeza.O cheiro não era de dor.
Era de alívio… misturado com um medo novo, mais leve, mas ainda presente.
Ela parecia uma filhote que finalmente encontrou abrigo, mas que ainda não sabia se podia deitar e descansar ou deveria continuar correndo.
Eu conhecia aquela sensação bem demais.
Para ela, entrar diante de um conselho devia ser como encarar deuses feitos de pedra.
Para mi