VITÓRIA
— E então? — Salvatore me pergunta, enquanto está encarando o labirinto abaixo de sua janela.
— Ela está segura, foi entregue a Valentin. — Me jogo na cadeira de frente a sua mesa, exausta.
— E ele? — Pergunta, se sentando em sua poltrona.
— Está lá em cima, dormindo. Ainda está febril.
— Hum... — Ele resmunga, parece pensativo. Exausto. Assim como eu.
— O que o senhor achava que aconteceria quando contou “a verdade” para ele? — Perguntei, não consegui me conter.
— Para ser sincer