POV AURORA.
Já não conseguia distinguir o que era sonho e o que era realidade.
As últimas noites tinham sido uma sequência de imagens confusas: corridas em florestas escuras, olhos brilhando na escuridão, sombras que me seguiam… e sangue. Sempre havia sangue. Eu acordava ofegante, com o coração disparado, como se tivesse vivido cada detalhe em carne viva.
No início, pensei que fosse apenas o reflexo de todo o estresse. Afinal, ultimamente minha vida parecia um labirinto de tensão e segredos que