POV AURORA.
O carro seguiu pela avenida, fiquei olhando pela janela do carro, já era noite, mas via algumas pessoas caminhando.
Eu me recostei no banco, tentando controlar a respiração, mas meu peito parecia pequeno demais para caber tudo o que eu sentia.
Ainda podia sentir a mão dele sobre a minha, firme, corrigindo a posição dos talheres. Foi um toque rápido, mas meu corpo reagiu como se tivesse sido incendiado.
E depois, a forma como ele falou da mãe… não como um executivo arrogante, mas com