Layla
De repente sua boca se projetou para frente bem devagar na direção dos meus lábios, e eu nada podia fazer pois a loba dentro de mim era forte, no momento controlava meu corpo, meus instintos, nublando inclusive minha mente para perder toda e qualquer vontade de sair desse cerco meticuloso do destino.
— É pra quê resistir… — sussurrou-me sensualmente.
O bater da porta pareceu tirar nós dois daquele transe nefasto, proíbido. Mesmo que sejamos pelas leis da nossa tribo marido e mulher.
Lucia