Helena encarou José com o deboche estampado no olhar, adiantou um pouco a moto para emparelhar com Luiz, abraçou seu pescoço, de frente para o homem, olhando, sobre o ombro, selvagem, para José.
— Te espero em casa, querido. - Disse, sensual. - Não perca muito tempo com gente desinteressante. - Ela beijou o rosto de Luiz, suavemente, corando o homem, foi embora, acelerando ruidosamente.
— Pegando? - José o encarou, com raiva.
— Não. Doida mesmo. - Luiz se defendia. Sentia que precisava se jus