—Parker!
Eu nem acredito quando ouço a voz do Noah saindo do seu carro quase no mesmo instante que cheguei aqui. Ele me pede para parar e eu continuo andando, está frio aqui fora e eu só quero chegar em casa. Então ele me alcança, segura meu braço para me fazer parar e olhar pra ele, continuo com meus braços cruzados em meu corpo pelo frio e pela raiva, não quero olhar em seus olhos mesmo que ele esteja tentando de tudo para que eu faça isso.
—Vamos conversar, Parker?
Apenas respondo:
—