— Desculpa… — a voz de Natasha saiu baixa demais, polida demais. — Eu… eu volto depois.
As palavras soaram erradas até para ela mesma, como se estivessem vestidas com uma formalidade que não combinava com o nó em sua garganta.
Ela não esperou resposta.
Fechou a porta.
Não bateu.
Não fez cena.
Não gritou.
Apenas fechou.
E saiu.
O corredor parecia mais longo do que nunca. Cada passo ecoava como um lembrete do que tinha acabado de ver — do que tinha acabado de entender. O estômago embrulhado, a s