Eles adormeceram assim, entrelaçados pelo cansaço e por algo que nenhum dos dois ousava nomear.
O silêncio da madrugada envolvia o quarto de Natasha quando a luz da manhã começou a atravessar as cortinas finas. O relógio marcava pouco depois das seis quando ela abriu os olhos, o corpo ainda pesado, a mente inquieta demais para voltar a dormir.
Dante estava ali. Deitado na cama dela.
A constatação veio como um choque tardio.
Ela virou o rosto devagar, observando-o. O peito subia e descia em um r