O som da porta se fechando ecoou pelo quarto como uma sentença. Natasha sentiu o clique da chave girando do lado de fora e, por um instante, o ar pareceu desaparecer de seus pulmões. Ela correu até a porta, puxou a maçaneta com força, mas era inútil. Estava trancada. Sozinha. Presa.
Do outro lado, Rafael não olhou para trás.
A sala permanecia mergulhada em um silêncio pesado, quase sufocante. Helena estava encolhida em um canto, o corpo curvado, os braços abraçando as próprias pernas como se te