O sol da tarde entra pelas janelas altas do meu escritório, aquecendo o piso de madeira clara. Paro diante do espelho de corpo inteiro e ajusto a gola do blazer branco. Meu reflexo me encara de volta — Eduarda Stewart, dona de um império que construí sozinha. O nome brilha em letras douradas na porta de vidro.
Nova York pulsa vinte andares abaixo. Depois de tudo que enfrentei na Alemanha, estar aqui ainda enche meu peito de uma felicidade quente, quase trêmula. Inspiro fundo, sentindo o ar cond