Cecília encarou a mulher, com desespero no olhar.
Para ela, não importava de quem Hugo fosse filho, ela o queria ao seu lado e contava os minutos para o reencontrar.
O problema era que, ela temia pela vida de seu amado. Hugo passou e pelo visto, ainda passaria por muita coisa, ainda mais depois de saber daquilo.
Ela então, segurou o braço de Roseta e a olhou, com tristeza.
— Por que o torturam tanto? Deixem-no em paz! – Pediu Cecília, a fazendo rir.
— Você deveria implorar pela sua vida e não p