—Andiamo in guerra. — Katherine repetiu, com a voz cortante como lâmina. — Mas não vamos à toa. Vamos com a cabeça no lugar e fazer tudo bem-feito, Hugo. Não precisa ser sangue por sangue — disse ela, aproximando-se devagar, como quem costura um plano no silêncio.
Hugo engoliu o ar com dificuldade. O olhar azul, usualmente pronto para explodir, tremia por baixo da fúria.
Ele segurou a arma que Katherine lhe oferecera como se fosse uma extensão do próprio corpo. Por um instante, Cecília achou qu