Logo, ele empurrou a porta da suíte principal.
O quarto estava silencioso, no ar pairava um leve perfume feminino. Ao entrar, viu Helena deitada na cama, aparentemente adormecida.
Bruno se aproximou, se ajoelhou ao lado da cama, afastou alguns fios de cabelo do rosto de Helena e colocou a mão na testa dela.
“Ela ainda está com febre.”
Helena acordou, meio atordoada pela febre, e encarou Bruno. Sua voz estava suave e fraca:
— Você voltou?
O coração de Bruno deu um salto inesperado.
Ele tocou suav