Ao longe, sob a luz fraca da lua, o rosto de Bruno estava borrado.
O sorriso no rosto de Helena se desfez, ela olhava para ele com carinho e relutância. Em Congo, a situação estava uma confusão, e ela realmente não sabia quando voltaria. Tomás também desceu do carro, olhou para o filho e depois para Helena, dizendo baixinho:
— Helena, vamos!
De repente, Helena ergueu a voz:
— Bruno, tenha um bom Carnaval!
Essa não era uma simples saudação, mas uma promessa.
"Bruno, espere por mim! Espere eu traz