Pelo menos, Helena ainda estava ao seu lado.
Apesar de tantos anos juntos, raramente tinham momentos românticos. De repente, Bruno se sentiu tocado, estendendo a mão e segurando suavemente a dela. A palma de Helena estava fria, envolta pelo calor da mão dele. Ela não a retirou, seus olhos permaneciam fixos nas crianças enquanto murmurava:
— Bruno, se a vida inteira fosse só olhar as crianças, que bom seria... Sem precisar acordar cedo, sem trabalhos intermináveis.
Bruno baixou os olhos para ela,