Bruno não era de chorar facilmente, mas, naquele momento, havia um brilho úmido em seus olhos.
O rosto de Helena, separado apenas por uma fina camada de tecido, estava colado contra o peito do homem. Em suas mãos, ela apertava com força aquele braço mutilado. Os sentimentos dela estavam encharcados, confusos, difíceis de descrever.
Naquele instante, amor e ódio se entrelaçavam.
No fim, Helena não conseguiu se controlar. Ela enterrou o rosto com força no peito dele, fechou a mão em punho e golpeo