Helena não suspeitou de nada, tampouco corrigiu o modo como foi chamada. Apenas assentiu com a cabeça.
As mãos da Sra. Cunha tremiam ainda mais. A esposa do homem mais rico da Cidade Y tocou com cuidado aquela pequena pinta avermelhada, como se estivesse lidando com um tesouro raro.
“É você? É você, minha filha preciosa que perdi?”
Seu coração se enchia de esperança, mas ao mesmo tempo temia que fosse apenas um engano.
Com muito cuidado, ela passou os dedos pela nuca de Helena e murmurou:
— Sra.