Um pedido...
Dilan Ricci
Segurei minha mãe firme, nos braços, assim que ela acordou. Minha mãe abriu os olhos devagar, confusa, e por um segundo achei que fosse desmaiar de novo.
— Mãe — chamei, a voz trêmula — sou eu.
Ela me encarou como se quisesse ter certeza de que era real, e então, chorou. Chorou um choro tão profundo que senti como se a alma dela se quebrasse inteira.
— Dilan, meu filho. — disse, quase sem ar, e me puxou para um abraço que me esmagou.
Naquele momento, entendi que, apesar de